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Brasil assume liderança global na adoção de criptomoedas, segundo estudo

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Brasil assume liderança global na adoção de criptomoedas, segundo estudo

O Brasil se tornou o país com maior adoção de criptomoedas do mundo, segundo o índice global de 2026 da Chainalysis, empresa de dados que rastreia esses ativos.

O país aparece em primeiro lugar entre 117 economias analisadas, à frente de Estados Unidos, Nigéria, Japão e Coreia do Sul.

O resultado ocorre em um período de forte turbulência para o mercado cripto global, que perdeu cerca de metade de seu valor durante o intervalo analisado pelo levantamento.

A Chainalysis estima em 252,5 bilhões de dólares o tamanho da economia de criptomoedas brasileira no período de 12 meses encerrado em junho deste ano.

O país não liderou nenhuma das quatro categorias usadas para compor o índice, mas ficou entre os quatro primeiros em todas: foi segundo em fluxos internacionais, terceiro em fluxos totais para serviços de criptomoedas, terceiro na atividade de transferência entre carteiras pessoais dentro do país e quarto em saldos mantidos em blockchain.

O índice deste ano passou por uma mudança metodológica.

A sétima edição do levantamento combina quatro dimensões da atividade cripto: recursos enviados a exchanges, protocolos de finanças descentralizadas e outros serviços; transferências entre carteiras pessoais dentro de um mesmo país; movimentações internacionais; e o valor mantido em carteiras e determinados serviços.

Os dados são ajustados pelo poder de compra de cada país , e o resultado final é calculado por meio de uma média geométrica dos quatro indicadores.

A nova metodologia ajuda a explicar a liderança brasileira.

Em vez de simplesmente colocar no topo os países com os maiores volumes absolutos, o índice procura medir a intensidade da adoção em relação ao tamanho de cada economia .

A Chainalysis afirma que o método também evita que um desempenho excepcional em apenas uma categoria mascare resultados fracos nas demais.

O Brasil, por exemplo, não ficou em primeiro lugar em nenhum dos quatro componentes, mas apresentou desempenho elevado em todos eles.

Na sequência do ranking aparecem Estados Unidos, Nigéria, Japão, Coreia do Sul, Índia, Ucrânia, Tailândia, África do Sul e Canadá.

México, China, Alemanha e Indonésia ocupam, respectivamente, as posições seguintes.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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