Celebridades de esquerda e direita reagem ao debate presidencial entre Lula e Flávio
O primeiro debate televisionado entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) dominou a atenção do país na noite deste domingo, 18, e gerou intenso debate na praça pública das redes sociais.
Por lá, celebridades diversas se juntaram ao coro de eleitorado para elogiar o candidato que apoiam e tecer críticas àquele ao qual se opõem.
O ator veterano José de Abreu , 80, em especial, continuou a gerar muito conteúdo em apoio à campanha de Lula na rede X, antigo Twitter.
Ao longo dos últimos dias, o astro tem pressionado colegas de profissão a apoiar o candidato de esquerda e tornou um chavão em meme: “Não vai lutar contra a democracia”? Ao longo da noite, ele republicou uma imagem que alega que “Flávio ficou atrás de Lula” e chamou o candidato de direita de “cafajeste” e “miliciano”.
O ator também criticou a postura do filho de Jair Bolsonaro, que interrompeu Lula e repetidamente se inseriu ao fundo do quadro do rival.
Outro global que apoiou o petista é o comediante Paulo Vieira , 33, da série Pablo & Luisão .
Ele republicou um vídeo que destaca os laços entre Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro, além de elogiar a resposta que Lula deu após Flávio pedir por uma explicação para o fato de que 73% dos presidiários votaram nele, sem especificar que apenas aqueles em cárcere provisório têm o direito ao voto.
Lula, em troca, disse: “Eu quero que vote 100%, até teu pai”.
Para Vieira, o “troco” foi uma “lapada seca”.
Continua após a publicidade Já entre celebridades de direita, os comentários quanto ao debate foram menos expressivos e vieram de influenciadores como o vencedor do Big Brother Brasil 2024, Davi Brito , 24, que apenas compartilhou uma foto com os dizeres “vamos por aqui assistindo a esse debate”.
Rico Melquiades , 33, por sua vez, continua a dedicar sua presença digital à campanha de Flávio.
Via stories, ele publicou um vídeo de seu televisor e escreveu: “Meu presidente, 22”.
Continua após a publicidade Em seguida, compartilhou o dado de que o maior reajuste do piso salarial de professores do ensino básico ocorreu em 2022, durante o governo Bolsonaro, quando o piso aumentou em 33,24%.
A informação é motivo de debate entre os eleitores, já que a esquerda argumenta que tal reajuste é resultado da Lei do Piso Salarial, criada por Lula em 2008, e que o tamanho recordista é resultado da falta de alteração entre 2020 e 2021.
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