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Com decisão de última hora, Pablo Marçal lança candidatura à Presidência

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Com decisão de última hora, Pablo Marçal lança candidatura à Presidência

Com uma decisão judicial de última hora, o empresário e influenciador Pablo Marçal registrou a candidatura à Presidência da República na noite deste sábado, 15, no limite do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

Horas antes, um juiz de primeira instância concedeu a Marçal uma liminar que permitiu que ele se desfiliasse do União Brasil, partido onde estava desde março deste ano, e voltasse ao PRTB, legenda que o lançou para a prefeitura de São Paulo em 2024.

O prazo para que os candidatos se filiassem ao partido pelo qual vão concorrer à eleição deste ano era até 4 de abril.

Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral Os advogados do partido argumentam que Marçal apresentou o pedido de filiação ao PRTB até essa data, mas que a direção da legenda não conseguiu registrá-lo no sistema porque as senhas estavam bloqueadas diante de “disputas internas”.

O juiz Gustavo Nardi, do juízo de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo, considerou que o caso deve ser analisado e, para que não haja injustiça na circunstância de a Justiça aceitar o pedido de Marçal, concedeu a liminar –ou seja, uma decisão em caráter temporário — favorável ao candidato.

Continua após a publicidade Além do imbróglio da mudança de partido, Marçal está inelegível até 2032, em razão das condenações impostas pela Justiça Eleitoral por promover concursos de cortes de vídeo entre seus apoiadores: ele oferecia prêmios em dinheiro e brindes a quem fizesse o recorte de seus conteúdos que conseguisse maior alcance nas redes sociais.

A legislação eleitoral proíbe a remuneração de pessoas físicas para promoção de candidaturas.

O TSE ainda vai julgar o registro das candidaturas, tanto a de Marçal quanto as dos demais candidatos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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