Entre 100 e 1.500 metros de profundidade existem regiões do oceano onde o oxigênio quase desaparece, mas acima e abaixo delas a água volta a ter concentrações maiores
Em partes dos oceanos tropicais e subtropicais, sensores encontram uma configuração curiosa: águas relativamente oxigenadas próximas da superfície, uma camada intermediária onde o oxigênio despenca e, mais abaixo, concentrações que voltam a aumentar.
Esse mínimo de oxigênio ocorre geralmente entre cerca de 100 e 1.500 metros e resulta da combinação entre consumo biológico, circulação lenta...
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