Ata do Copom e IPCA marcam esta terça-feira, em mais um dia de disparada do petróleo
Esta terça-feira (11) é marcada pela a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do encontro da semana passada e pelo e pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que desacelerou em julho e voltou a ficar abaixo do limite da meta nos últimos 12 meses.
Os dois são importantes para testar as apostas em um corte de juros novo em setembro, em um ambiente de fortes riscos inflacionários.
A cotação do petróleo saltava novamente hoje, com as dúvidas sobre o conflito entre os Estados Unidos e o Irã.
Na ata, a autoridade listou quatro riscos de alta para a inflação e três riscos de baixa.
Além disso, o colegiado afirmou que “monitora com atenção” as expectativas de inflação para prazos mais longos e disse que a inflação desacelerou, mas continuava acima do limite da meta até então.
Mas o indicador de inflação oficial usado pelo Banco Central para decidir os juros, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira, apontou que o índice subiu 0,07% em julho, a menor taxa para o mês desde 2022.
É uma desaceleração em comparação à alta de 0,16% de junho e veio praticamente em linha com o esperado.
Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulou alta de 4,44%, abaixo dos 4,64% de junho, mas mais que o previsto.
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