terça-feira, 18 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Quatro grandes papéis de Glória Menezes na dramaturgia brasileira

Veja ·
Quatro grandes papéis de Glória Menezes na dramaturgia brasileira

A atriz Glória Menezes morreu nesta terça-feira, 18, aos 91 anos, após mais de seis décadas de trabalho marcante na dramaturgia brasileira.

Dentro de sua trajetória, brilhou nos palcos, nos televisores e no cinema.

Relembre quatro de seus papéis grandiosos: O Pagador de Promessas (1962) Leonardo Vilar e Glória Menezes em ‘O Pagador de Promessas’ //Reprodução Ainda aos 18 anos de idade, Glória teve papel central no primeiro (e único) filme brasileiro a conquistar a Palma de Ouro do Festival de Cannes.

Dirigido por Anselmo Duarte a partir da peça homônima de Dias Gomes, o longa retrata a jornada de um homem que promete carregar uma cruz de sua pequena propriedade até uma igreja de Salvador, caso a saúde de seu burro melhore.

Quando isso acontece, porém, o gesto é rechaçado pelas autoridades católicas e transforma o rapaz em um símbolo político acidental.

Ao seu lado, Glória interpreta a fiel esposa Rosa.

Tarcísio & Glória (1988) Glória e Tarcísio, amarrados por um beijo em cena Globo/Reprodução Impossível falar de Glória Menezes sem citar sua prolífica parceria com Tarcísio Meira, que começou nos bastidores da peça As Feiticeiras de Salém em 1960 e rapidamente acabou em casamento — que durou de 1962 até a morte do ator, em 2021.

O prazer que ambos tinham em trabalhar juntos era tanto que a Globo decidiu a transformar em alicerce para um seriado cômico inteiro, no qual a atriz vivia a alienígena Ava Becker, fascinada pelo empresário Bruno Lazzarini (Meira).

Com muito humor e ironia, a produção abordava temas como corrupção e feminismo.

Continua após a publicidade Rainha da Sucata (1990) A socialite Laurinha agitava a trama em ‘Rainha da Sucata’ Globo/Reprodução Poucos anos depois da série inusitada, Glória teve a oportunidade de viver sua primeira vilã.

Laurinha Figueroa era uma socialite perversa, esnobe e arrogante, determinada a impedir que Maria do Carmo (Regina Duarte) integrasse a alta sociedade paulistana e conquistasse as afeições de Edu (Tony Ramos), por quem a megera nutria uma paixão secreta, apesar de ser sua madrasta.

Juntas, ambas as atrizes construíram um dos jogos de gato e rato mais impressionantes da televisão brasileira.

Deus nos Acuda (1992) Glória Menezes em ‘Deus Nos Acuda’ Globo/Reprodução A parceria com Silvio de Abreu continuou e rendeu à Glória o Troféu Imprensa de Melhor Atriz.

Nesta novela das sete, ela vivia a socialite vingativa Baby Bueno, que volta ao Brasil para assegurar que Otto Bismark (Francisco Cuoco) vá preso pelo assassinato de sua irmã, Eugênia (Maria Amélia Brito).

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Este assunto em outros veículos

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›