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Anthropic explica o funcionamento da ‘marca d’água invisível’ de suas IAs

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Anthropic explica o funcionamento da ‘marca d’água invisível’ de suas IAs

A Anthropic publicou em seu blog na última sexta-feira, 18, um comunicado que explica o funcionamento de fato de sua “marca d’água invisível”, característica que passará a acompanhar todos os resultados que seus modelos produzem, de textos a gráficos e outros documentos.

A medida foi anunciada pela empresa na última semana e angariou uma sequência de dúvidas nas redes sociais.

Na última semana, a Anthropic anunciou que passaria a incluir em todos os resultados de seus agentes de inteligência artificial uma marca d’água invisível aos olhos humanos.

Essa etiqueta seria diferente a depender do produto final, com métodos diversos para textos, imagens e outros tipos de documentos.

A mudança foi imposta à empresa pela União Europeia, para que ela esteja sujeita ao AI Act, legislação do bloco que regula as inteligências artificiais.

A empresa foi uma dentre as outras 190 que assinaram o Código de Prática da UE sobre a Transparência de Conteúdo Gerado por Inteligência Artificial, em julho de 2026.

Esse código de prática obriga as companhias a criarem e colocarem marcas d’água identificáveis em todos os produtos gerados por IA, ao menos na UE.

Apesar disso, a empresa decidiu colocar a marca d’água em todos os seus produtos de forma global.

Como funciona cada marcação Continua após a publicidade No caso de textos, a marcação é feita com base nas palavras geradas pela IA que estão dentro de um texto.

Cada vez que um usuário gera uma produção que diz algo como “o clima está…”, existe uma probabilidade maior de a máquina adicionar palavras como “chuvoso” ou “nublado”.

A marcação funciona a partir de decisões “de baixo risco” como essa para gerar um padrão na resposta do Claude.

Em resumo, as possíveis respostas do texto, antes geradas por aleatoriedade, agora serão geradas por uma “cola”, que exibe resultados da mesma forma que a seleção aleatória.

A mudança está no fato de que, quem tiver essa “cola” poderá verificar o quanto aquele texto tem ou não a probabilidade de ter sido gerado por uma IA.

A ferramenta é baseada no SynthID, método do Google DeepMind criado exatamente para essa finalidade: adicionar marcas d’água indetectáveis a esses tipos de texto.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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