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A matemática da boa compra: quanto custa usar?

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A matemática da boa compra: quanto custa usar?

Nem sempre a peça mais barata é a que faz o melhor negócio.

E uma roupa “cara” também pode ser um excelente investimento, tudo depende de quantas vezes você realmente vai usá-la.

E existe ainda outro problema: o consumismo desenfreado pode atrapalhar o próprio guarda-roupa.

Comprar constantemente, só porque uma peça está em promoção ou porque surgiu uma nova tendência, faz o armário crescer sem necessariamente ficar mais funcional.

Você acumula opções, e embaralha o cérebro, que não lida muito bem com excesso opções.

Uma conta simples pode ajudar a decidir antes de passar o cartão: preço da peça ÷ número estimado de usos = custo por uso.

Imagine um blazer clássico de R$ 600 que você usou pelo menos 30 vezes.

O custo será de R$ 20 por uso.

Agora pense em uma calça de tendência de R$ 150, comprada por impulso, que combina com pouca coisa e acaba sendo usada apenas duas vezes.

O custo sobe para R$ 75 por uso.

Percebe a diferença? Por isso, antes de comprar, vale fazer três perguntas: Com quantas peças do meu armário eu consigo usar isso? Quantas ocasiões eu tenho para vestir? Eu realmente me imagino usando essa peça muitas vezes? Onde vale investir? Nas peças que fazem parte da sua rotina: uma boa calça, uma camisa que veste muito bem, um blazer, um sapato confortável ou um acessório de qualidade.

São itens que podem até custar mais, mas têm potencial para acompanhar você por muito tempo.

E onde economizar? Nas tendências passageiras, nas cores muito específicas, nos itens para uma ocasião pontual e em tudo aquilo que você ainda não sabe se vai incorporar ao seu estilo.

A boa compra não é necessariamente a mais barata.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.

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