Entre aversão a risco e Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) em alta, Ibovespa fecha em leva queda
Após avanços e recuos ao longo dos últimos meses, as expectativas de um acordo para normalizar o fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz, passagem no Golfo Pérsico por onde passava 20% do petróleo produzido no mundo antes do conflito, aumentaram na última semana.
Só que, até esta segunda-feira (10), nada foi confirmado.
E o otimismo dos mercados deu lugar à apreensão de que, de novo, os ataques podem reiniciar em escala aumentada, alimentando a aversão a risco.
O Ibovespa, principal índice de ações brasileiras, encerrou o pregão com ligeira queda de 0,2%, aos 172.180 pontos.
Dos 78 ativos de compõem o índice, 54 registraram desvalorização.
Maiores pesos da carteira, os papéis da Vale (+1,6%) e da Petrobras (+3%) subiram e impediram um recuo mais intenso.
Em Nova York, as bolsas também recuaram: Dow Jones perdeu 0,11%, e o Nasdaq caiu 0,34%.
O S&P 500 fechou próximo da estabilidade, mas em campo negativo (-0,06%).
No mercado de câmbio, o dólar avançou 0,5%, cotado a R$ 5,11.
O preço do petróleo tipo Brent, a referência global e brasileira de preços, teve mais um dia de forte alta, subindo 5%, acima dos US$ 87,00 o barril -- favorecendo os papéis das petrolíferas.
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