Delegado diz que ciclista foi morto em Copacabana de 'forma bárbara por motivo fútil': 'Crime hediondo'
Delegado diz que ciclista morto em Copacabana foi agredido por 4 homens de 'forma bárbara por motivo fútil' A Polícia Civil identificou que quatro homens participaram do espancamento que matou Cláudio Rafael Landeiro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
Segundo o delegado Ângelo Lages, titular da 12ª DP (Copacabana), o crime começou depois que um segurança suspeitou que a bicicleta usada pela vítima fosse roubada.
Cláudio estava na Rua Barata Ribeiro quando foi abordado pelo segurança, identificado como Davi.
Segundo a polícia, a vítima tinha problemas psiquiátricos e dificuldades de fala e não conseguiu explicar que a bicicleta pertencia à irmã.
"O crime começou na Barata Ribeiro.
Um segurança começou a interrogar de quem seria a bicicleta e ele, com dificuldades de fala, não conseguiu explicar que a bicicleta era da irmã.
Depois chega um segundo segurança, tira a bicicleta da posse dele e começa a agressão", afirmou o delegado.
De acordo com Lages, Cláudio deixou o local e seguiu até a Rua Felipe de Oliveira, onde se sentou na entrada de um prédio.
Foi ali que ocorreu a segunda sequência de agressões, registrada por câmeras de segurança.
"Ali chegaram dois entregadores e aparece o segurança Davi com um porrete e começam a agredi-lo de forma bárbara.
Os seguranças já foram identificados.
Para fecharmos a investigação por completo, só falta identificarmos os entregadores", disse.
Segundo a Polícia Civil, portanto, dois seguranças e dois entregadores participaram do crime.
Os dois seguranças já foram identificados, enquanto os investigadores trabalham para descobrir a identidade dos outros dois envolvidos.
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