Polícia investiga morte de bebê após parto em hospital de SP: 'Mãos vazias', diz pai
Polícia investiga morte de bebê em hospital de Registro, SP A Polícia Civil investiga a morte de um bebê logo após o parto em um hospital de Registro, no interior de São Paulo.
De acordo com o boletim de ocorrência, obtido pelo g1 nesta quinta-feira (15), os pais de Anthony alegam negligência médica após a demora no atendimento.
"Infelizmente, hoje, a gente não pode estar com ele aqui.
A gente não imaginava isso.
Quando a gente chega em casa, com as mãos vazias, a gente fala: 'Poxa, está faltando alguma coisa'.
E realmente está", lamentou o pai do bebê, Neon Franco de Arruda, de 32 anos.
À equipe de reportagem, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que o caso foi registrado como homicídio culposo [quando não há intenção de matar] na Delegacia Seccional de Registro. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp.
Anthony morreu após o parto em Registro, SP; ele era o primeiro filho do casal Arquivo Pessoal Em nota enviada à TV Tribuna, afiliada da Globo, a Associação de Proteção à Maternidade e à Infância de Registro (Apamir), mantenedora do Hospital São João, afirmou que está adotando as providências necessárias com a devida atenção e responsabilidade, visando à apuração dos fatos.
"O hospital reafirma seu compromisso com a transparência, a qualidade da assistência prestada e a segurança dos pacientes", finalizou a Apamir.
Atendimento Enxoval do bebê continua na casal da família em Barra do Turvo, SP Rinaldo Rori/TV Tribuna Morador de Barra do Turvo (SP), o casal aguardava o nascimento do primeiro filho.
A mãe do bebê, Bruna Gabriely Arruda, de 29 anos, contou que teve uma gestação tranquila, sendo que o último exame constatou que o menino estava saudável no dia 1° de outubro.
Ela deu entrada no hospital com nove meses de gestação e dois dedos de dilatação, às 5h do dia 6 de outubro.
Por volta das 2h do dia seguinte, a mulher começou a sentir fortes dores e pediu para que a cesárea fosse realizada.
Conforme relatado por Neon no BO, a enfermeira informou que seria necessário aguardar a chegada da médica obstetra às 6h, pois não havia outro especialista naquele momento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.