Rali do bitcoin reacende o mercado cripto: Veja o que especialista recomenda comprar agora
Quem acompanhou o mercado cripto nas últimas semanas viu o bitcoin (BTC) entrar em um raro período de “tranquilidade”. A moeda passou quase sete semanas oscilando entre US$ 59,9 mil e US$ 66,5 mil, mas esse cenário ficou para trás: desde a terça-feira (18), o ativo acumulou alta de mais de 20% e atingiu os US$ 77 mil até o fechamento desta matéria.
O movimento reacendeu o entusiasmo do mercado e trouxe alguns questionamentos aos investidores: o que está impulsionando essa alta? E, principalmente, ainda é hora de comprar bitcoin?
Segundo o especialista em criptomoedas da Empiricus Luis Kuniyoshi, três motivos principais explicam a disparada.
Segundo o especialista, isso fez com que a criptomoeda rompesse a barreira dos US$ 68 mil, o que acionou um short squeeze — o segundo gatilho.
“Como o bitcoin vinha de um período extremamente comprimido de volatilidade, havia muitas posições vendidas próximas ou acima dos US$ 68 mil. Quando essa resistência rompeu, vendedores alavancados começaram a ser liquidados e, para encerrar uma posição short, as corretoras precisam comprar BTC. Essas compras elevaram o preço, liquidaram novos vendidos e criaram um efeito cascata. Mais de US$ 1 bilhão em shorts de bitcoin foram liquidados em aproximadamente uma hora”, explica Kuniyoshi.
A melhora regulatória reforçou o otimismo. A proposta da SEC de novas regras para ofertas de criptoativos, a pressão da Casa Branca pelo avanço do CLARITY Act e outras sinalizações pró-cripto reduziram parte da incerteza regulatória.
“Quando temos gatilhos, com o bitcoin calmo como estava, é isso que acontece. Além disso, o ativo também está muito descontado desde o topo de outubro, quando atingiu os US$ 124 mil, o que é um sinal positivo”, acrescentou Kuniyoshi.
Dessa maneira, o especialista se mostrou com um sentimento “muito mais positivo” em relação ao mercado e o bitcoin segue com recomendação de compra pela Empiricus Research .
Apesar de recomendar a compra de BTC, o especialista destaca que o momento é “ainda mais interessante para as criptomoedas menores , que seguem o mesmo movimento, mas de forma muito mais intensa”.
Entre as moedas menores, Kuniyoshi destaca as nanocoins , ativos com baixíssimo valor de mercado que costumam amplificar os movimentos das grandes . Isto é, se o bitcoin cai, elas tendem a cair ainda mais.
Por outro lado, se o BTC sobe, como foi o caso da disparada recente, essas criptomoedas têm potencial para entregar retornos muito maiores.
Com o objetivo de capturar este cenário, o especialista desenvolveu o Nano IA , uma inteligência artificial que busca três categorias de moedas:
O Nano IA atua de forma automatizada . Ou seja, o robô monitora centenas de criptomoedas de baixa capitalização, aplica filtros quantitativos e executa operações de acordo com critérios previamente definidos.
Em uma delas, realizada entre os dias 8 e 10 de julho, quando o bitcoin ainda estava estacionado, o Protótipo Nano IA gerou um retorno de 87,6%.
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