Casas antigas resistem entre prédios e revelam a Campo Grande de 127 anos
Casas antigas resistem entre prédios e revelam a Campo Grande de 127 anos A poucos metros da Avenida Afonso Pena, principal avenida de Campo Grande, uma rua do bairro Amambaí ainda preserva casas baixas, algumas construídas há quase um século.
Entre elas, já aparecem prédios, imóveis com placas de venda e aluguel e construções mais recentes.
É nesse pedaço da cidade que Vera Lúcia Bossay Chita, de 76 anos, ajuda a contar parte dos 127 anos de Campo Grande, celebrados nesta quarta-feira (26). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Um rua feita de história Para lembrar como o bairro mudou, Vera aponta para os imóveis ao redor de casa.
Em um morava o sogro.
No outro, um irmão dele.
Do outro lado da rua ficava a irmã.
Mais adiante estava a "casa grande", onde viveram os avós do marido e onde, segundo Vera, hoje mora um bisneto da família.
"Essa rua inteira é feita de história?", perguntou a reportagem.
"É, de história", respondeu.
Casa da família Chita mantém na fachada as iniciais da família e o ano de 1932, no bairro Amambaí, em Campo Grande. — Foto: Gabi Cenciarelli/g1 MS Gabi Cenciarelli, g1 MS A família Chita, de origem portuguesa, vive há gerações nessa região do Amambaí.
Em uma das antigas fachadas, ainda aparecem as iniciais CJ e o ano 1932.
Vera passou a fazer parte da família quando se casou, em 1971.
Ela e o marido estão juntos há quase 54 anos.
Ele cresceu no bairro e, depois do casamento, comprou uma das casas da família.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.