Primeiro padre exorcista da Serra do RS assume função e já tem fila de espera para atendimentos; como funciona ritual cercado de mitos
Primeiro padre exorcista da Serra do RS assume função com fila de espera para atendimento Gritos, objetos que voam e forças sobrenaturais são imagens associadas ao exorcismo no cinema.
No entanto, na vida real, o trabalho de um exorcista vai muito além de um ritual.
Em julho, a Diocese de Caxias do Sul nomeou o padre Daniel D'Agnoluzzo Zatti para atuar no Ministério do Exorcismo.
Ele é o primeiro padre da Serra Gaúcha nomeado para a função e já recebe procura por atendimentos. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Segundo o padre, a criação do ministério está relacionada ao volume de pessoas que procuram a Igreja em busca de uma explicação para situações que enfrentam.
"O que gera a necessidade de se ter um padre nomeado para esse ministério é devido ao volume de procura por esse ministério.
Gerado por um acesso a sugestões que aparecem na TV, na internet, de que essa seria uma das explicações fáceis para aquilo que a pessoa está vivendo", explica.
Daniel afirma que os casos recebidos na maioria das vezes estão relacionados a questões emocionais e de saúde mental, e não à razões sobrenaturais.
"São muitas situações.
Quadros psíquicos distintos, quadros de depressão profunda.
Às vezes, ouvem barulhos dentro de casa e já acreditam que a explicação é o sobrenatural", diz.
Diocese de Caxias do Sul nomeou o padre Daniel D'Agnoluzzo Zatti para atuar no Ministério do Exorcismo Reprodução/ RBS TV Casos passam por avaliação de profissionais da saúde Antes de qualquer ritual, o Ministério do Exorcismo faz uma investigação.
Daniel montou uma equipe com profissionais da saúde, entre psicólogos e psiquiatras, para acompanhar os casos.
O padre explica que o ritual de exorcismo só é considerado depois desse processo.
"Não é o dos filmes.
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