Sarampo: Anvisa rebate fake news sobre vacina; Brasil soma 24 casos da doença
Em meio aos alertas da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e do Ministério da Saúde sobre a importância da vacinação contra o sarampo para conter a disseminação do vírus, circulam nas redes sociais informações falsas sobre o imunizante .
Para evitar que isso impacte na adesão a campanhas, como a que ocorre atualmente em São Paulo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) elaborou nesta sexta-feira, 14, um informe rebatendo fake news que foi compartilhado de forma antecipada com VEJA .
O primeiro ponto negado pela agência diz respeito à afirmação incorreta de que as vacinas usadas no Brasil “são experimentais”.
Esse, inclusive, é um argumento falso que tem sido apresentado com força por negacionistas desde o início da vacinação contra a covid-19.
É importante lembrar que a imunização permitiu o controle da doença e a diminuição das mortes.
“As vacinas em uso no SUS ( Sistema Único de Saúde ) e na rede privada passaram por todas as etapas necessárias para verificar sua segurança e eficácia.
O registro de vacinas pela Anvisa segue critérios rígidos para que possam ser oferecidas à população”, informou, em nota.
Segundo a Anvisa, as regras adotadas no Brasil estão “alinhadas com as exigências mais avançadas de agências internacionais”, como FDA (Estados Unidos), EMA (Europa) e os órgãos regulatórios do Japão e do Canadá.
A agência explicou ainda que os imunizantes aprovados no Brasil continuam sendo acompanhados com rigor depois que são liberados para uso na população.
Continua após a publicidade “No Brasil, as vacinas em uso são monitoradas pelo sistema de farmacovigilância e também pelo Programa Nacional de Imunizações, para que eventos adversos possam ser identificados e avaliados.
Ou seja, existe uma análise constante do perfil de benefício-risco desses produtos.” Diante das diferentes publicações com desinformação e mentiras sobre temas de saúde, a Anvisa tem se manifestado com informes que não só negam as declarações, mas apresentam as evidências.
É feita ainda a ênfase em caixa alta para fazer com que a população compreenda que há veiculação de informações incorretas.
“NÃO existem vacinas experimentais sendo utilizadas no país.
Vacinas NÃO causam intoxicação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.