SUS amplia teleatendimento psicológico a mulheres vítimas de violência
A primeira-dama, Rosângela Lula da Silva , a Janja, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha , lançaram, nesta segunda-feira (24/8), o novo serviço de teleatendimento em saúde mental para mulheres em situação de violência e mães atípicas no Sistema Único de Saúde ( SUS ).
Serão disponibilizados 100 mil teleatendimentos mensais para os públicos.
A iniciativa estará disponível pelo aplicativo Meu SUS Digital — através da aba Acolhe Mais — e também contemplará outras familiares , como tias, avós e irmãs, que cuidam de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras .
O atendimento remoto, classificado como “sigiloso e acolhedor”, oferecerá orientação e acompanhamento por profissionais especializados.
Segundo o Ministério da Saúde, o serviço é uma alternativa de acesso ao cuidado em saúde mental ou uma porta de entrada para a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).
A ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, a ministra das Mulheres substituta, Eutália Barbosa, também participaram do lançamento, feito em Brasília.
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Ao final das sessões, a pessoa poderá ser encaminhada para a continuidade do cuidado em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) ou em outro serviço da rede.
O CAPS também pode ser procurado diretamente.
Durante a cerimônia, a primeira-dama lamentou que seja necessário promover programas específicos para mulheres vítimas de violência no SUS, mas destacou que as ações são necessárias.
“A gente poderia estar investindo em outras coisas.
Temos no SUS o programa de reconstrução dentária para as mulheres vítimas de violência.
É importante, mas não me deixa feliz. […] Mas a gente precisa disso.
Em nome das mulheres, eu agradeço”, disse Janja.
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