Seabra faz mea-culpa ao explicar Sobral na função de camisa 10 do Coritiba: "Associativo e criativo"
São Paulo 1 x 1 Coritiba | Gols | 23ª rodada | Brasileirão 2026 A escalação de Fernando Sobral como camisa 10 contra o São Paulo, diante da ausência de Josué, surpreendeu a torcida do Coritiba.
A escolha de Fernando Seabra representa uma mudança na função do meio-campista, que originalmente atua como volante, mas vinha sendo preparado pelo treinador para jogar mais adiantado. 🗞️ Leia mais notícias sobre o Coritiba ✅ Clique aqui e siga o canal ge Coritiba no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google A adaptação não começou nesta semana: Sobral já havia feito jogos-treino como meia durante a intertemporada e trabalhava na posição há cerca de dois meses.
A decisão também foi influenciada pela ausência de Brian Ocampo, que vinha sendo uma das opções para a função e também está lesionado.
Com os dois jogadores indisponíveis, o camisa 88 ganhou a oportunidade de começar entre os titulares no Morumbis. — É claro que todos eles têm uma certa versatilidade e podem fazer outras posições.
A gente pode usar os jogadores porque eles têm características que permitem jogar em mais de uma posição, mas na nossa lógica, a gente tem trabalhado com a ideia de Josué, Brian e Sobral para essa função.
Como Josué e Brian não estavam disponíveis, era justo que o Sobral, que tem trabalhado muito bem, tivesse uma oportunidade — explicou Seabra.
Fernando Seabra, treinador do Coritiba JP Pacheco/Coritiba Mudança de avaliação A utilização de Sobral como camisa 10 também passa por uma mudança na avaliação de Seabra sobre o jogador.
No início da temporada, o treinador enxergava o meio-campista muito mais como um camisa 8, com funções de maior participação na saída e na organização pelo centro.
Com o trabalho diário, porém, Seabra passou a identificar características que poderiam ser melhor aproveitadas em uma função mais ofensiva.
A liberdade para circular, a capacidade associativa e a qualidade na definição pesaram para a mudança. — Fazendo uma mea-culpa sincera, eu enxerguei no início da temporada o Sobral muito mais como um 8 do que como um 10 e busquei insistir bastante para que ele conseguisse fazer as missões da tática individual para a tática coletiva como um camisa 8 — disse o treinador. — Demorei para perceber que, para aquilo que a gente precisa e para a forma como eu coloco a equipe para jogar, de acordo com as características dele, que é um jogador mais livre, associativo e criativo, com boa definição, faria mais sentido para ele no nosso jogo trabalhar como camisa 10 — concluiu.
A mudança começou a ser construída ainda durante a pausa do Campeonato Brasileiro para a Copa do Mundo.
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