Copa Maria Bonita prepara 2ª edição e planeja novo torneio no Nordeste
A Copa Maria Bonita prepara sua segunda edição com a missão de ampliar a visibilidade e fortalecer o futebol feminino no Nordeste.
Em entrevista exclusiva à Veja, o idealizador Denis Perucci revelou que já está em planejamento para uma nova competição que contará com equipes internacionais.
Enquanto se prepara para sua segunda edição, a Maria Bonita também busca atrair mais patrocinadores, inclusive aquelas que já investem na modalidade, mas ainda concentram suas ações no sudeste do país.
Realizada em 2025, a edição inaugural reuniu mais de 250 atletas e profissionais em 12 partidas na Arena de Pernambuco.
O Fortaleza conquistou o título ao vencer o Sport por 1 a 0 na final, com gol de Tainá, atacante que atualmente defende a Ferroviária e integra a Seleção Brasileira Sub-20 na Copa do Mundo da categoria, disputada na Polônia.
A ascensão da jogadora evidencia o potencial da Copa Maria Bonita como espaço de observação e desenvolvimento de novos talentos, além de reforçar a importância de criar competições de alto nível fora de São Paulo.
A segunda edição está prevista para ocorrer entre os dias 12 e 21 de novembro e já confirmou a participação de clubes como Sport, Ceará, Vitória, Atlético Piauiense e Sampaio Corrêa.
Confira a entrevista completa com Denis Perucci sobre a criação e os bastidores da Copa Maria Bonita, os desafios estruturais da modalidade no Nordeste, as parcerias e estratégias de divulgação, o impacto social do torneio, os planos de expansão para outros estados e a organização de uma segunda competição inédita, com equipes internacionais.
Troféu da Copa Maria Bonita 2026.
Rafael Vieira/FPF/Divulgação Entrevista exclusiva de Denis Perucci à Veja Como surgiu a ideia da Copa Maria Bonita e qual foi o processo até transformar o projeto em realidade? Continua após a publicidade Denis Perucci – Entrei no futebol há cerca de cinco anos, quando um amigo, diretor de competições da Federação Pernambucana de Futebol, me convidou para assistir a um jogo do Corinthians em Recife.
Depois da partida, ele me chamou para conversar e explicou que a Federação não tinha um departamento comercial, lembrando da minha experiência de 17 anos como diretor comercial da Multirrevistas, empresa que representava a Editora Abril na região.
Como eu já havia sido atleta e gostava de futebol, aceitei o convite para assumir a diretoria comercial da Federação.
Ao entrar, comecei a estudar e me atualizar sobre o setor, pois, embora já tivesse atuado como atleta, nunca havia trabalhado com futebol fora de campo.
Identifiquei uma situação muito triste no futebol feminino, especialmente aqui no Nordeste.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.