A cibersegurança corporativa começa pelas pessoas
Não importa quanto do seu orçamento de TI seja destinado para as ferramentas de proteção mais avançadas do mercado corporativo: se os seus colaboradores não adotarem uma postura ativa de cibersegurança, a sua infraestrutura de rede continuará vulnerável.
Enquanto um relatório da Verizon aponta que o fator humano está envolvido em cerca de 82% das violações de dados nas empresas, o Fórum Econômico Mundial é ainda mais drástico, indicando que as pessoas estão na raiz de até 95% das falhas de cibersegurança.
No ambiente corporativo, cada clique em um anexo suspeito, cada senha compartilhada e cada aviso de atualização de sistema ignorado pode definir o sucesso ou o fracasso de uma estratégia de segurança digital.
Para transformar o colaborador em uma linha de defesa ativa, as empresas precisam orientar o time para que entendam que a cibersegurança é uma responsabilidade coletiva.
Os 3 principais fatores de risco para ciberataques Muitas vezes os cibercriminosos entendem que é mais rápido e barato hackear a psicologia humana do que tentar quebrar criptografias complexas, e as pessoas deixam a empresa mais exposta ao perigo digital quando: São manipuladas para cair em golpes de engenharia social ou pishing, em que os golpistas usam e-mails falsos para se passarem por diretores ou fornecedores, induzindo o usuário a baixar arquivos maliciosos ou fornecer credenciais de acesso Incentivam a vulnerabilidade de acessos ao criar senhas óbvias, repetir a mesma combinação em plataformas pessoais e profissionais ou compartilhar credenciais entre membros da equipe Fazem o uso inseguro de seus dispositivos pessoais, seja acessando sistemas corporativos em redes Wi-Fi públicas ou não atualizando seus computadores com VPNs e antivírus 10 dicas para garantir que as suas senhas corporativas sejam seguras Como construir uma cultura de segurança efetiva na sua empresa Para que a mentalidade de uma cultura de proteção digital se consolide de verdade na sua operação e vire um hábito coletivo, a estratégia precisa se apoiar em pilares práticos como esses: Garanta que o exemplo venha do topo: quando diretores e gestores priorizam a cibersegurança nas decisões diárias e adotam comportamentos seguros de forma visível, essa atitude se replica naturalmente por todas as equipes Ofereça treinamento contínuo, prático e gamificado: ações pontuais de conscientização têm alcance limitado e se perdem com o tempo, principalmente as exclusivamente teóricas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.