4 mitos e verdades sobre a Pinot Noir
A Pinot Noir é uma das uvas tintas mais admiradas pela elegância e sabor de seus vinhos.
Não por acaso, embora seja originária da Borgonha, na França, onde produz alguns dos melhores rótulos, é plantada também em muitos outros países.
É uma variedade que exige bastantes cuidados de manejo, é sensível às condições climáticas e costuma apresentar menor produtividade, mas quando bem cultivada é capaz de expressar com precisão as características do terroir.
Isso é um dos segredos de seu sucesso.
Ficou curioso para saber mais sobre essa uva? Descubra 5 mitos e verdades da Pinot Noir.
1) Pinot Noir é sempre um vinho leve Mito.
A Pinot Noir costuma produzir vinhos de corpo leve a médio, com taninos delicados e boa acidez, mas em regiões de clima mais quente, como Califórnia, Chile e Nova Zelândia, os rótulos tendem a serem mais encorpados, com mais aromas de frutas maduras e maior concentração de fruta.
Em regiões mais frias, como a Borgonha, os vinhos tendem a ser mais elegantes, com maior acidez e aromas delicados.
Isso não significa que a Pinot Noir elabora vinhos "fracos": muito pelo contrário, os rótulos da Borgonha são famosos pela grande complexidade e profundidade.
Seus aromas frequentemente remetem a frutas vermelhas, como cereja, morango e framboesa, além de notas florais e terrosas.
2) Todo Pinot Noir é caro Mito.
A associação entre Pinot Noir e preços elevados vem principalmente da Borgonha, onde alguns dos vinhos mais famosos e disputados do mundo alcançam valores bastante altos, embora essa região produza também rótulos de excelente custo-benefício, como os da vinícola Moillard.
Hoje existem excelentes Pinot Noir produzidos em países como Chile, Argentina, Brasil e Nova Zelândia com ótima relação entre qualidade e preço – veja uma seleção de rótulos no final.
3) Pinot Noir não envelhece bem Mito.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.