Seleção feminina ganha documentário sobre disputa inédita da Copa do Mundo de Rugby
Há um ano, a Seleção Feminina Brasileira de Rugby, apelidada de Yaras, entrava em campo pela primeira vez para disputar uma edição da Copa do Mundo.
Para marcar o aniversário da data, o Brasil Rugby e o portal Olimpíada Todo Dia lançam, na segunda-feira, a série documental “Yaras, as Guerreiras do Brasil”, com imagens inéditas dos bastidores da preparação e da campanha brasileira no Mundial.
Veja também: Todas as notícias da Gazeta Esportiva Canal da Gazeta Esportiva no YouTube Siga a Gazeta Esportiva no Instagram Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp Para o gerente de Comunicação do Brasil Rugby, Victor Ramalho, o projeto nasceu da necessidade de registrar uma trajetória de superação.
“Tínhamos em mãos uma história que merecia e precisava ser contada.
É uma oportunidade única de mostrar o quanto estas atletas lutam para levar o rugby brasileiro a patamares nunca antes vistos”, afirmou.
As Yaras garantiram a classificação para o Mundial após vencerem a Colômbia, por 34 a 13 nas Eliminatórias.
A campanha na Copa do Mundo, porém, não foi boa.
A Seleção Brasileira foi a última colocada no grupo D, sofrendo duras derrotas para França, Itália e África do Sul.
A série chega simultaneamente à ESPN e ao Disney+ .
Na TV, a ESPN 3 exibe um episódio inédito a cada segunda-feira, sempre às 18h (de Brasília), enquanto a temporada completa já estará disponível no streaming a partir da estreia.
Foto: Divulgação / Brasil Rugby Além de registrar a participação histórica no Mundial, a produção mostra o impacto da classificação para o desenvolvimento do rugby feminino no país e a tentativa de transformar a estreia em uma base estruturada para as próximas gerações.
A série também resgata as mulheres que ajudaram a construir o rugby feminino no Brasil e acompanha questões pessoais e esportivas enfrentadas pelas atletas, como maternidade, saúde e lesões.
Fernando Gavini, fundador do Olimpíada Todo Dia e produtor executivo da série, contou que a ideia surgiu de uma conversa com a jogadora Raquel Kochhann, no último dia de rugby dos Jogos Olímpicos de 2024.
Na ocasião, ela havia sido porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura após tratar um câncer de mama, e revelou a Gavini que a seleção já estava classificada para a Copa do Mundo, o gatilho que fez o produtor enxergar ali a possibilidade de um documentário.
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