Bolsas operam sem viés único, com petróleo e inflação americana no radar
As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, com a Coreia do Sul liderando os ganhos, em um pregão marcado pelo apetite por risco apesar das tensões no Estreito de Hormuz.
Bolsa de Seul puxou o avanço na Ásia, com forte alta do índice Kospi. O indicador subiu 3,68%, para 6.579,04 pontos, impulsionado novamente por ações de semicondutores.
Gigantes de chips concentraram o movimento em Seul e deram sustentação ao índice. Samsung Electronics e SK Hynix, que juntas respondem por mais de 50% da capitalização do Kospi, avançaram 6,7% e 5,5%, respectivamente.
Bolsa de Tóquio também fechou em alta no retorno de um feriado no Japão. O Nikkei avançou 0,99%, para 67.630,00 pontos.
Mercados de Taiwan e China continental terminaram o dia no azul, enquanto Hong Kong caiu. O Taiex subiu 0,88% (45.518,07 pontos), o Xangai Composto ganhou 0,32% (3.946,68) e o Shenzhen Composto avançou 1,14% (2.606,99), mas o Hang Seng recuou 0,83% (25.440,17).
Austrália foi na contramão e encerrou o pregão em baixa. O S&P/ASX 200 caiu 0,45% em Sydney, para 9.209,40 pontos.
Bolsas europeias operam perto da estabilidade nesta manhã . Por volta das 6h10 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 registrava alta marginal de 0,02%, a 660,64 pontos. Às 6h28 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,01%, a de Paris recuava 0,09% e a de Frankfurt avançava 0,45%. Já Milão, Madri e Lisboa tinham altas de 0,21%, 0,09% e 0,49%, respectivamente.
Impasse sobre a reabertura do Estreito de Hormuz segue no centro das atenções do mercado. A rota é estratégica e concentra cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo, e o Brent recuava 0,5%, a US$ 88,44, por volta das 6h44.
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