Brasil segue com o maior juro real do mundo mesmo após novo corte da Selic; veja ranking
Como a Selic mexe com tudo na sua vida O Brasil segue com o maior juro real do mundo mesmo após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano, em decisão anunciada nesta quarta-feira (16). 🔎 O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída da inflação prevista para os próximos 12 meses.
Assim, segundo levantamento compilado pelo MoneYou, o indicador no país ficou em 8,45%. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A Rússia manteve a segunda colocação, com juros reais de 6,79%.
No levantamento anterior, a diferença para o Brasil era de apenas 0,21 ponto percentual: 9,30% contra 9,09%.
A Colômbia continuou em terceiro lugar, com taxa real de 6,33%.
Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o MoneYou afirmou que a alta das expectativas de inflação para os próximos 12 meses reduziu os juros reais na maioria dos países, em meio às incertezas provocadas pelo conflito no Oriente Médio.
A Argentina, que passou por um forte choque econômico sob o governo de Javier Milei, tem oscilado no ranking.
Neste mês, o país ficou na 7ª posição, com juro real de 2,69%, em meio a um cenário econômico ainda desafiador e de inflação elevada.
Veja abaixo os principais resultados da lista de 40 países.
Ranking de juros reais - setembro Arte/g1 O levantamento também mostra que, entre 164 países: 72,56% mantiveram os juros inalterados; 21,34% elevaram as taxas; e 6,10% promoveram cortes.
No grupo dos 40 países que compõem o ranking: 55% mantiveram os juros; 35% elevaram as taxas; e 10% realizaram cortes.
Queda da Selic Nesta quarta-feira, o Copom anunciou um corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros, para 13,75% ao ano.
Foi a quinta redução consecutiva.
A decisão foi tomada apesar da escalada das tensões no Oriente Médio, que impulsionou os preços do petróleo e pode pressionar a inflação brasileira por meio da alta dos combustíveis.
O movimento ocorre apesar do aumento das tensões no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo e pode pressionar a inflação brasileira por meio do aumento dos combustíveis.
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