Datas: Jorge Horácio Messi, Reggie Bannister e Ben Jones
Logo depois da estreia da Argentina na Copa, com a vitória por 3 a 0 contra a Argélia, Lionel Messi chorou ao vivo, ao deixar o gramado, substituído no fim do jogo.
Instado a dizer o que se passava, foi evasivo.
“A verdade é que se trata de uma questão completamente alheia ao esporte.
Passei por alguns dias difíceis e complicados, mas sou grato a toda a delegação, a todos os meus companheiros de equipe, porque eles sempre estiveram ao meu lado, me dando muita força para superar isso, e é só isso”, disse.
Soube-se, depois, que ele lamentava o estado de saúde do pai, Jorge Horácio Messi .
Metalúrgico de formação, ele logo percebeu que o filho era uma joia no futebol, de rara habilidade e inigualável poder de concentração.
Tratou de organizar a transferência da família para Barcelona — o futuro craque, três irmãos e a mãe —, quando o canhoto tinha apenas 13 anos, e o resto é história.
“Aos 4 anos, já notávamos que ele era diferente.
Ele fazia dribles e mantinha a bola equilibrada na ponta da chuteira, não conseguíamos acreditar.
Um pouco mais velho, jogava com os irmãos, que são sete e cinco anos mais velhos que ele, e os superava”, disse Horácio em 2003, à revista El Gráfico .
A figura paterna blindou Messi de todas as formas — nas negociações salariais, no cotidiano do clube.
Amigos próximos sempre consideraram os dois como cópias comportamentais, calados, de emoção sempre contida.
Messi pai morreu em 8 de agosto, aos 68 anos, de causas não reveladas pela família.
Sustos em série HORROR E HUMOR - Bannister: o rosto da franquia Fantasma Hulton Archive/Getty Images O ator americano Reggie Bannister ajudou a dar o tom de humor associado ao horror, com um quê de sobrenatural e ficção científica, da franquia Fantasma , inaugurada nos cinemas em 1979.
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