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O que mais envelhece a pele do rosto? Veja 7 hábitos comuns para evitar

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O que mais envelhece a pele do rosto? Veja 7 hábitos comuns para evitar

Além da passagem do tempo e da exposição solar, escolhas relacionadas ao sono, à alimentação e aos cuidados diários podem influenciar a aparência da pele

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Embora o envelhecimento da pele seja comumente relacionado à passagem do tempo ou à exposição solar, outros fatores também podem prejudicar sua saúde e aparência. Alguns comportamentos comuns da rotina podem favorecer o aparecimento de rugas, manchas, flacidez e perda de viço de maneira gradual, muitas vezes sem que a pessoa perceba.

Segundo a dermatologista Ana Carolina Sumam, pequenas escolhas diárias podem causar um impacto significativo na saúde da pele ao longo do tempo. “O envelhecimento cutâneo é resultado da combinação entre fatores genéticos e ambientais. Cerca de 80% do envelhecimento visível da pele está relacionado ao que chamamos de expossoma, ou seja, tudo aquilo a que somos expostos durante a vida, desde a radiação solar até hábitos de alimentação, sono e estresse”, explica.

A boa notícia é que muitos desses fatores podem ser modificados, contribuindo para preservar a qualidade da pele por mais tempo. A seguir, confira 7 hábitos que aceleram o processo de envelhecimento!

Durante o sono ocorre uma intensa atividade de reparação celular. Quando esse processo é interrompido de forma frequente, a pele perde parte da capacidade de produzir colágeno , reparar danos e manter a hidratação natural. “O sono é um dos momentos mais importantes para a regeneração da pele. A privação crônica favorece o envelhecimento precoce, aumenta a inflamação e pode deixar a pele mais opaca e cansada”, afirma a especialista.

Mesmo quando o céu está encoberto ou a pessoa permanece boa parte do dia em ambientes fechados, a radiação ultravioleta continua presente e contribui para o envelhecimento precoce. “A radiação UV é uma das principais responsáveis pela degradação do colágeno e da elastina. Além disso, a luz visível emitida por telas e lâmpadas também pode contribuir para manchas em pessoas predispostas. A proteção solar deve fazer parte da rotina todos os dias”, orienta a médica.

O excesso de açúcar favorece um processo conhecido como glicação, no qual moléculas de glicose se ligam às fibras de colágeno e elastina, tornando-as mais rígidas e menos funcionais. “Esse processo acelera a perda da firmeza da pele e favorece o aparecimento de rugas. Uma alimentação equilibrada também é uma forma de cuidar da pele “, destaca Ana Carolina Sumam.

O estresse crônico aumenta a produção de cortisol, hormônio que pode favorecer processos inflamatórios e comprometer a renovação celular. “A pele responde diretamente ao estado emocional. Não é raro observar piora da qualidade da pele, aumento da oleosidade e até agravamento de doenças dermatológicas em períodos de estresse intenso”, diz.

O cigarro reduz a circulação sanguínea da pele, diminui a oxigenação dos tecidos e acelera a degradação do colágeno. Já o consumo excessivo de álcool favorece a desidratação e processos inflamatórios. “Esses hábitos comprometem tanto a saúde quanto a aparência da pele .

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