De psicóloga a sócia: como Aline Rosa construiu uma carteira de R$ 300 milhões
Aline Rosa costuma dizer que, no mercado financeiro, falar de produto não é suficiente.
“Se for para eu falar de algum produto, eu sou uma commodity”, afirma.
Para ela, o diferencial começa antes da recomendação de qualquer investimento.
Está em parar, ouvir e entender o que existe por trás do patrimônio e dos objetivos de cada cliente.
A lógica vem de uma carreira que começou longe das planilhas.
Formada em Psicologia, Aline passou pelo consultório e pela área de recursos humanos antes de ingressar no Santander como caixa.
Anos depois, deixou o banco e entrou na Monte Bravo, em Goiânia.
Chegou sem um único cliente em sua carteira.
Hoje, aos 38 anos, acompanha cerca de R$ 300 milhões, tornou-se sócia da empresa e afirma ter a maior carteira da Monte Bravo no Centro-Oeste.
A próxima meta já está definida: chegar a R$ 500 milhões.
Leia também: Escritórios de assessoria de investimentos avançam no Brasil fora do eixo tradicional Aline celebra a possibilidade de conciliar vida pessoal e trabalho: “meu sonho sempre foi ser mãe.
E nunca precisei escolher entre maternidade e carreira” (Foto: Divulgação) Da psicologia ao caixa de banco Goiana, Aline conta que o interesse por pessoas apareceu cedo.
A escolha pela Psicologia foi consequência dessa característica.
Depois da graduação na PUC, começou a atender em consultório.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.