Aos 18 anos, eles criaram uma startup antifraude que hoje fatura R$ 100 milhões
Uma fraude pode começar com uma identidade verdadeira.
O rosto é do cliente, o CPF também, mas alguém pode estar usando esses dados para abrir uma conta, contratar um empréstimo ou financiar um produto sem que o titular saiba.
É esse problema que a Legitimuz quer atacar em uma nova etapa de sua tecnologia de autenticação.
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