Marca de roupas entra em falência pela segunda vez em pouco mais de um ano e quase 6 mil trabalhadores acompanham o desfecho
Marca de roupas voltou à falência pouco mais de um ano após a primeira recuperação judicial. Veja por que a saída do próprio fundador é apontada como o início da crise
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O que você vai ver Qual marca de roupas entrou em falência pela segunda vez em pouco mais de um ano. Por que o afastamento do próprio fundador é apontado como estopim da crise. Se o ex-fundador tentou comprar a empresa de volta. O que era diferente no modelo de produção da marca. Uma marca de roupas voltou à Justiça pedindo recuperação judicial pela segunda vez em pouco mais de um ano, mesmo depois de uma reestruturação anterior ter colocado a empresa sob novo controle acionário na tentativa de reverter a crise.
A marca é a American Apparel, fabricante e varejista de roupas fundada em Los Angeles, que saiu de uma primeira recuperação judicial em fevereiro de 2016 sob controle de um grupo de antigos credores liderado pela gestora Monarch Alternative Capital, e voltou a pedir proteção contra credores em novembro do mesmo ano.
Na época do segundo pedido, a empresa somava cerca de 6 mil trabalhadores entre a fábrica e a rede de lojas, número que evidenciava o tamanho do impacto potencial de um fechamento total da operação sobre famílias que dependiam diretamente da marca.
American Apparel was once one of America's most successful and iconic fashion brands — but the staff quickly discovered there was a dark side to CEO Dov Charney that eventually caused the company to implode. Trainwreck: The Cult of American Apparel is now playing pic.twitter.com/uL08eLXMWg
Dov Charney, fundador e rosto público da American Apparel por quase duas décadas, foi afastado do cargo de presidente do conselho e suspenso da função de CEO em 2014, depois de acusações internas de má conduta, incluindo denúncias repetidas de assédio.
Analistas do setor de moda apontam a saída de Charney como o início de uma sequência de tropeços: o plano de retomada apresentado pelos novos controladores, focado em voltar às peças básicas que consagraram a marca, não foi suficiente para conter a queda nas vendas nem para evitar o segundo pedido de recuperação judicial poucos meses depois.
Sim.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.