segunda-feira, 26 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Eleições 2026 tiveram 1.551 urnas eletrônicas substituídas no segundo turno; veja quantas foram usadas em todo o Brasil› Construção de nova torre hospitalar de 10 andares e R$ 98 milhões avança e afeta trânsito em Blumenau; veja fotos› 'Flamengo está pressionado por ele mesmo', diz Mauro Cezar› F1: Hamilton revela erro que custou pódio em Austin› Flamengo tem série positiva para chegar à frente do Palmeiras em 'final'› É permitido ganhar 2 prêmios na Bola de Ouro? Trio do Barça e Lorena sonham› Yamal pode superar Ronaldo e ser o Bola de Ouro mais jovem da história› Arnaldo: 'Probabilidade de o Corinthians escapar da queda é complexa'› Fonseca se mantém no top 40, Pucinelli e Meligeni conseguem disparadas› Robert Renan, do Vasco, sofre acidente de carro, mas passa bem e vai ao CT› Eleições 2026 tiveram 1.551 urnas eletrônicas substituídas no segundo turno; veja quantas foram usadas em todo o Brasil› Construção de nova torre hospitalar de 10 andares e R$ 98 milhões avança e afeta trânsito em Blumenau; veja fotos› 'Flamengo está pressionado por ele mesmo', diz Mauro Cezar› F1: Hamilton revela erro que custou pódio em Austin› Flamengo tem série positiva para chegar à frente do Palmeiras em 'final'› É permitido ganhar 2 prêmios na Bola de Ouro? Trio do Barça e Lorena sonham› Yamal pode superar Ronaldo e ser o Bola de Ouro mais jovem da história› Arnaldo: 'Probabilidade de o Corinthians escapar da queda é complexa'› Fonseca se mantém no top 40, Pucinelli e Meligeni conseguem disparadas› Robert Renan, do Vasco, sofre acidente de carro, mas passa bem e vai ao CT
Economia

Goldman vê risco fiscal maior com Lula e alerta para governabilidade

InfoMoney ·
Goldman vê risco fiscal maior com Lula e alerta para governabilidade

Passado o choque inicial provocado pela vitória de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, o foco do mercado deve se deslocar rapidamente para a política fiscal, a equipe econômica e a governabilidade, segundo avaliação do Goldman Sachs.

Em relatório divulgado nesta segunda-feira (26), o banco afirma que um grau maior de prêmio fiscal deve ser incorporado aos ativos brasileiros, diante da expansão de gastos anunciada nas últimas semanas e das incertezas sobre a condução das contas públicas.

Para o Goldman, a reação do mercado hoje não depende apenas do resultado eleitoral, mas principalmente dos primeiros sinais sobre a política econômica do novo governo.

Leia também Ibovespa Ao Vivo: Ibovespa desaba 17% após reeleição de Lula e circuit breaker Interrupção de negociações no mercado à vista vale para renda fixa privada e opções em ações, BDR, Ibovespa, Small Caps e ETFS Ministro da Fazenda entra no radar Um dos pontos centrais será a definição do comando da política econômica.

O banco destaca que a escolha do ministro da Fazenda e os primeiros anúncios do governo serão fundamentais para a percepção dos investidores.

A instituição cita ciclos eleitorais anteriores, inclusive 2002, para mostrar que a reação dos ativos pode mudar de direção conforme o mercado passa a enxergar com mais clareza a estratégia econômica do presidente eleito.

Orçamento de 2027 será teste para o fiscal Outro foco será o Orçamento de 2027, enviado ao Congresso no fim de agosto e que ainda precisa passar pelo processo de aprovação até o fim do ano.

Segundo o Goldman, o texto terá de ser ajustado para incorporar medidas fiscais anunciadas depois de sua apresentação.

O grau de consolidação das contas públicas — ou a ausência dela — deve ser acompanhado de perto pelos investidores.

A leitura do banco é que a política fiscal será um dos principais fatores para definir o comportamento do real, da curva de juros e dos demais ativos locais após a eleição.

Leia também Dólar pode saltar 12% e ir a R$ 5,60 após eleição, diz Goldman Banco afirma que futuros negociados na CME apontam para reação muito acima da observada após eleições presidenciais recentes no Brasil Congresso pode elevar atritos O Goldman também vê riscos adicionais na relação entre Executivo e Legislativo.

Segundo o relatório, o partido de Flávio Bolsonaro emergiu da eleição como a maior força tanto na Câmara quanto no Senado.

Para o banco, essa configuração pode elevar os atritos com o governo e piorar as condições de governabilidade de Lula, especialmente na aprovação de medidas econômicas e fiscais.

O resultado aumenta a importância da negociação política para a execução da agenda do governo.

Ler a notícia completa no InfoMoney ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

Mais de InfoMoney

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›