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Economia

Futuros de NY caem com petróleo acima de US$ 102 e novos alertas sobre IA

InfoMoney ·
Futuros de NY caem com petróleo acima de US$ 102 e novos alertas sobre IA

Os contratos futuros das bolsas americanas abriram a noite deste domingo (13) em queda, pressionados pela nova disparada do petróleo e por uma sequência de alertas sobre os riscos relacionados ao avanço da inteligência artificial.

Por volta das 18h, no horário de Nova York, os futuros do Nasdaq 100 recuavam 1,2%.

Os contratos ligados ao S&P 500 perdiam cerca de 0,5%, enquanto os do Dow Jones cediam aproximadamente 180 pontos, ou 0,3%.

A pressão mais imediata veio do mercado de energia.

A Arábia Saudita fechou um importante oleoduto que permite contornar o Estreito de Ormuz, aumentando a preocupação dos investidores com a oferta de petróleo em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.

Os contratos futuros do petróleo WTI avançavam 2,3%, a US$ 102,38 por barril.

O Brent, referência internacional, também ganhava 2,3%, negociado a US$ 107,02.

Leia também Paralisação em oleoduto saudita pode cortar 4% do abastecimento de petróleo Uma queda ainda maior nos ‌fluxos sauditas agravará a escassez global de abastecimento, que já empurrou os preços globais dos combustíveis para níveis recordes Irã deve apresentar acordo sobre Estreito de Ormuz nesta segunda (14) Após reunião rara entre autoridades de Teerã e Abu Dhabi, Irã planeja revelar formalmente acordo com Omã sobre corredor marítimo temporário no estreito estratégico O petróleo americano já havia superado os US$ 100 por barril na semana passada pela primeira vez desde maio.

A alta da commodity ajudou a pressionar Wall Street.

O Dow Jones acumulou queda de 1,6% na semana, seu pior desempenho desde março, enquanto o S&P 500 recuou cerca de 0,8% e o Nasdaq Composite perdeu 0,7%.

Alertas sobre IA entram no radar Além do petróleo, investidores acompanham uma mudança no ambiente em torno das principais empresas de inteligência artificial dos Estados Unidos.

Sam Altman, CEO da OpenAI, afirmou em entrevista publicada no sábado que a companhia não pretende realizar uma oferta pública inicial de ações neste ano.

Segundo ele, levar a criadora do ChatGPT à bolsa neste momento seria “imprudente”.

A declaração ocorre cerca de um mês depois de Sarah Friar, diretora financeira da OpenAI, ter indicado que a empresa poderia realizar um IPO até 2027.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

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