Como não se afogar em meio ao mar de vinhos dos supermercados
Existe um momento em que o vinho vira fonte de angústia e começa a parecer prova de múltipla escolha.
Estou me referindo àquela hora em que você está diante de uma gôndola de supermercado, cercado por centenas de garrafas e sem a menor ideia de por onde começar.
Entre nacionais e importados, mais de 30 mil rótulos estão disponíveis no Brasil.
Tinto ou branco? Chile ou Portugal? Safra nova ou aquela promoção irresistível? E aquele rótulo lindo — será que o vinho é tão interessante quanto a embalagem? Para tentar descobrir como não se afogar em meio a um mar de garrafas, fui recentemente ao supermercado com Patrícia Brentzel, sommelière que trabalha há 24 anos no mercado de alimentos e bebidas e há duas décadas atua como profissional do vinho ( confira o episódio do programa AL VINO na VEJA+TV ) .
A primeira surpresa foi descobrir que até o preconceito contra supermercado já envelheceu.
Segundo Patrícia, o consumidor mudou e o supermercado também.
O crescimento das importações próprias das grandes redes ampliou a oferta e, muitas vezes, permite preços mais competitivos.
Hoje, para boa parte dos consumidores é justamente ali que começa a compra de vinho.
Continua após a publicidade Mas sem auxilio especializada, como não cais em armadilhas e fazer boas escolhas? Seguem aqui alguns conselhos práticos: 1.
Antes de olhar a garrafa, olhe para o bolso Parece óbvio, mas é a primeira regra.
Diante de centenas de opções, estabelecer quanto você quer gastar funciona como uma espécie de GPS.
Pode ser R$ 50, R$ 80 ou mais R$ 300.
O importante é definir o orçamento antes de começar a passear pelas gôndolas.
Em um mercado que reúne opções de vinhos que vão de R$ 30 a R$ 30 mil, perder a referência é bastante fácil.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.