Diamante raro, mansões e carrão: O que os R$ 300 mi da Lotofácil compram
A edição especial de Independência da Lotofácil sorteia amanhã um prêmio único estimado em R$ 300 milhões. O UOL fez um levantamento de itens de luxo que poderiam ser comprados com esse valor, caso o apostador acerte sozinho as cinco dezenas.
Uma única joia, rara, que custa quase R$ 295 milhões. Esse é o valor do Oppenheimer Blue, um dos diamantes azuis mais famosos do mundo, arrematado em um leilão da Christie's em Genebra, na Suíça.
Pedra tem 14,62 quilates e recebeu a classificação "Fancy Vivid Blue", reservada a diamantes de coloração azul especialmente intensa. O diamante tem corte retangular esmeralda e foi montado em um anel, acompanhado por duas pedras brancas nas laterais.
Nome vem do antigo proprietário, Sir Philip Oppenheimer, integrante da família que comandou durante décadas a De Beers, gigante mundial do mercado de diamantes. Na época em que chegou ao leilão, a pedra era descrita como o maior diamante "Fancy Vivid Blue" já oferecido publicamente.
Cantora comprou mansão do ator Sylvester Stallone em Beverly Park, área de alto luxo de Los Angeles. O imóvel foi vendido por um valor que equivale a cerca de R$ 297,4 milhões.
Propriedade tem quase 2 mil metros quadrados de área construída. São oito quartos e 12 banheiros, além de uma casa de hóspedes. Stallone reformou o imóvel durante os anos em que viveu no local, modernizando a construção e acrescentando espaços voltados ao lazer. O ator colocou duas estátuas de Rocky Balboa na piscina —cantora pediu para que itens fossem retirados, caso contrário não haveria acordo.
Entre os itens de luxo estão cinema particular, academia, bar feito sob medida e uma sala para charutos equipada com sistema próprio de filtragem de ar. A garagem comporta oito carros e também recebeu um estúdio de arte. Do lado de fora, a mansão tem piscina, grandes jardins, terraços e um campo de putting para a prática de golfe.
Uma Ferrari 330 LM/250 GTO de 1962 foi arrematada por aproximadamente R$ 265 milhões em um leilão da RM Sotheby's em Nova York. O prêmio da Lotofácil seria suficiente para pagar o veículo e ainda ter um "troco" de R$ 35 milhões.
Não se trata de uma Ferrari comum nem mesmo pelos padrões da marca. O carro, de chassi 3765, é o único GTO Tipo 1962 que foi usado em competições pela própria Scuderia Ferrari. A raridade e a história nas pistas fizeram dele o Ferrari mais caro já vendido em um leilão. Veículo pode atingir até 280 km/h.
Modelo terminou em segundo lugar geral e venceu a categoria nos 1.000 km de Nürburgring (Alemanha) de 1962. No mesmo ano, disputou as 24 Horas de Le Mans, pilotado por Mike Parkes e Lorenzo Bandini, dois nomes ligados à história da Fórmula 1 e da Ferrari. Antes de voltar ao mercado, o automóvel havia permanecido 38 anos com o mesmo proprietário. A carroceria vermelha mantém a aparência de carro de competição, com o número sete nas portas e no capô, enquanto o interior preserva acabamento azul de época.
Cantora recolocou o imóvel à venda em maio deste ano por US$ 50 milhões, cerca de R$ 257 milhões.
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