PM casada com chefe de facção é uma das investigadas de operação que prendeu três vereadores em Sobral
Operação investiga influência do crime organizado nas eleições em Sobral Uma policial militar casada com um chefe de facção criminosa é uma das pessoas investigadas pela Operação Omertá, deflagrada na manhã desta terça-feira (11) para investigar a suposta influência do Comando Vermelho (CV) nas eleições municipais de Sobral em 2024 e no processo eleitoral de 2026.
Ela foi afastada do cargo por 180 dias e foi alvo de mandado de busca e apreensão.
Três vereadores do município foram presos na operação.
Em coletiva realizada nesta manhã, representantes do Ministério Público do Ceará (MPCE) e da Polícia Federal detalharam que a policial militar atuava no policiamento ostensivo da cidade e é casada com um chefe de uma organização criminosa com atuação justamente no município em que ela trabalhava.
O marido dela já estava preso e foi alvo de um novo mandado de prisão.
As identidades não foram reveladas pelos órgãos. ➡️ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp A mulher ingressou na Polícia Militar do Ceará em 2022 e tem a patente de soldado.
O papel da policial no esquema criminoso não foi informado.
Apesar disso, o Ministério Público pediu o afastamento dela do cargo por um prazo inicial de 180 dias.
O pedido foi aceito pela Justiça.
Segundo apuração da TV Verdes Mares, o Comando Vermelho tentava manipular a escolha política dos eleitores por meio de coação e ameaça.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Ceará.