Recuperação judicial bilionária do Grupo João Santos vai parar no CNJ
A disputa em torno da recuperação judicial (RJ) do Grupo João Santos chegou ao Conselho Nacional de Justiça ( CNJ ).
Uma das seis famílias de herdeiros da empresa entrou com uma representação no CNJ, solicitando o afastamento preventivo (“cautelar”, no jargão) do juiz e da administradora judicial responsáveis pela RJ, iniciada em 2022.
A recuperação judicial do grupo, que tramita na Justiça de Pernambuco, é uma das maiores em curso no país.
Envolve um conjunto de 43 companhias — entre elas, a gigante Cimento Nassau —, com atuação em áreas tão diversas como mineração, agronegócios, comunicação (com rádios e TVs), serviços de táxi aéreo e logística.
Somadas, as dívidas do conglomerado alcançam R$ 14,7 bilhões, segundo as estimativas mais recentes.
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