O erro que faz muitos brasileiros perderem poder de compra mesmo com o dinheiro rendendo 14% ao ano
Com o CDI rodando na casa dos 14% ao ano , deixar o dinheiro em aplicações conservadoras virou uma estratégia difícil de contestar.
Afinal, por que correr risco na bolsa , muito menos investir lá fora, quando é possível receber retornos de dois dígitos praticamente sem sair do lugar? Mas existe um problema “escondido” nessa lógica.
Na verdade, ele aparece todos os dias no supermercado, na conta de luz, no preço dos eletrônicos, dos medicamentos, das passagens aéreas e até dos alimentos.
O nome dele é dólar .
A maioria dos brasileiros está muito mais exposta à moeda americana do que imagina.
Entre 16% e 18% da cesta de consumo das famílias brasileiras sofre influência direta das variações cambiais, de acordo com estudo do Centro de Estudos em Finanças da FGV (FGVcef).
E isso independe da faixa de renda.
Traduzindo: mesmo quem nunca investiu um centavo no exterior já vive, em alguma medida, exposto ao dólar.
Onde o investidor perde por não ter dólar Imagine que você seja um investidor disciplinado: recebe o salário em reais, aplica em CDBs , Tesouro Selic e fundos DI .
Tem uma reserva robusta, acompanha os cortes e altas da Selic e não gosta muito da ideia de investir fora do Brasil.
Na sua cabeça, seu patrimônio está protegido.
Mas quando o dólar dispara, os gastos do dia a dia começam a subir.
O pão fica mais caro porque parte dos insumos agrícolas acompanha preços internacionais.
O carro encarece.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.