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Criolo, Paulinho da Viola e Adriana Calcanhotto: Tiny Desk Brasil celebra gigantes de diferentes gerações

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Criolo, Paulinho da Viola e Adriana Calcanhotto: Tiny Desk Brasil celebra gigantes de diferentes gerações

Crédito: Ariela Bueno Desde sua estreia em outubro de 2025, o Tiny Desk Brasil vem reunindo artistas de diferentes gerações e vertentes da música brasileira em performances intimistas que destacam a potência das canções e dos arranjos ao vivo.

Entre os nomes mais recentes que passaram pelo projeto estão Criolo , Paulinho da Viola e Adriana Calcanhotto , três artistas com trajetórias distintas, mas reconhecidos pela grandiosidade de suas obras e pela capacidade de superar o desafio do tempo.

Criolo, por exemplo, revisitou o elogiado disco Nó na Orelha (2011), trabalho que marcou sua carreira ao misturar com coesão elementos do rap, samba, afrobeat, reggae, soul e brega.

Ao lado de músicos que participaram da criação do disco, produzido por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral , o artista apresentou faixas como “Subirusdoistiozin” e “Não Existe Amor em SP”, canção que se tornou um dos grandes marcos de sua trajetória.

A apresentação também emocionou o rapper, que sentiu com a experiência a mesma sensação de quando se ouviu gravado pela primeira vez.

Criolo ainda apontou que “o Tiny Desk Brasil oferece uma oportunidade de humanizar quem vem cantar aqui”.

Mais de uma década depois, Nó na Orelha continua central em sua discografia e ganhou uma turnê comemorativa de 15 anos, que já está sendo apresentada pelo Brasil e irá se estender até 2027.

Continua após o vídeo Outro convidado do projeto, Paulinho da Viola levou ao Tiny Desk Brasil a elegância de seu repertório, construído ao longo de seis décadas de carreira.

Com voz, violão e cavaquinho, o sambista apresentou clássicos como “Dança da Solidão” e “Coração Leviano”, acompanhado por uma banda que inclui seus filhos João Rabello , no violão, e Beatriz Rabello , nos vocais, além de músicos como Celsinho Silva , Dininho Silva e Adriano Souza .

A apresentação também abriu espaço para o artista refletir sobre sua relação com a música e o processo de criação.

Paulinho relembrou os primeiros anos da carreira, quando cuidava de diferentes etapas das gravações sem o acompanhamento de um produtor musical.

“Eu fazia tudo.

Quer dizer: fazia letra, música, às vezes fazia um ou outro arranjo, cantava, tocava.

E ficava ótimo, às vezes entrava noite adentro”.

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