Infiltração no joelho não é solução para todos: entenda benefícios, limites e riscos
Infiltração no joelho não é solução para todos: entenda benefícios, limites e riscos Adobe Stock Danos às articulações tornam-se mais comuns com o envelhecimento, mas não preocupam apenas os idosos.
Trauma, sobrecarga e processos degenerativos atingem diferentes idades e partes do corpo, mas em especial os joelhos, a maior articulação do corpo humano.
Em 2019, 365 milhões de pessoas conviviam com a artrose no joelho, a articulação mais afetada pela doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Caminhar, levantar-se e subir escadas dependem dela.
Preservar sua mobilidade significa um grande passo para manter a mobilidade e preservar autonomia.
Movidas pelo incômodo da dor, muitas pessoas esperam encontrar alívio em um procedimento simples.
Essa expectativa não surge por acaso.
Ela está associada à publicidade em torno das infiltrações veiculada nas redes sociais, em reportagens e em relatos de pacientes.
O discurso destaca histórias de sucesso, novidades e produtos.
Raramente, porém, contempla o fato de que essas terapias têm indicações específicas, podem ter resultados e duração variáveis.
Os procedimento passam a ser percebidos como uma tacada certa, de efeito completo e aplicável a qualquer joelho dolorido.
Corticoide, ácido hialurônico, gel alemão, hidrogel, plasma rico em plaquetas (PRP), células-tronco, BMA e BMAC aparecem como alternativas para o mesmo problema.
Não são.
Começar pelo produto antes de compreender cada joelho é inverter o raciocínio.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.