Crazy Taxi: World Tour é diversão em estado puro em uma viagem nostálgica aos anos 2000
Existe algo especial em jogos antigos que não precisam de muita explicação para divertir: você pega o controle, aprende uma meia dúzia de comandos, escolhe um objetivo e minutos depois está rindo de uma situação completamente absurda que acabou de acontecer na tela.
Jogos arcade da virada do século eram clássicos nesse quesito.
Foi exatamente essa sensação de nostalgia que tive ao experimentar Crazy Taxi: World Tour , novo capítulo da clássica franquia da SEGA, durante o SEGA Summer Showcase, em Los Angeles.
O jogo parece resgatar muito bem aquilo que tornou a série tão querida: velocidade, caos, passageiros completamente malucos e uma trilha sonora que implora para você pisar fundo.
Uma viagem aos anos 2000 A demonstração permitia jogar algumas missões no mapa da Alemanha – escolha que faz bastante sentido, já que parte do conteúdo do jogo foi revelada durante a Gamescom.
A estrutura é simples e familiar para quem já jogou Crazy Taxi antes: aqui você é Axl, um motorista que dirige seu táxi pelo mapa, encontra passageiros espalhados pela cidade e precisa levá-los até seus destinos no menor tempo possível.
É o clássico Crazy Taxi em sua essência.
Cada passageiro possui uma cor ao seu redor que indica tanto a dificuldade quanto a distância da corrida, basta parar próximo, pegar o cliente e acelerar.
O interessante é que World Tour não tenta complicar uma fórmula que já funciona, mas trazer mais desafios para que você domine as ruas, encontre atalhos e use as ferramentas disponíveis para ganhar alguns segundos preciosos.
Ações Loucas para uma direção caótica O sistema de direção conta com três habilidades especiais chamadas de Ações Loucas , que não servem apenas para aumentar a pontuação, mas também podem ser fundamentais para ganhar velocidade.
A primeira é o Turbo Loco , um pequeno turbo ideal para cobrir rapidamente pequenas distâncias.
Ele é acionado com B ou O + gatilho direito e funciona muito bem quando você precisa dar aquela última acelerada antes de chegar ao destino.
Já o Drift Loco é exatamente o que o nome promete: um drift gigantesco que permite fazer curvas de maneira muito mais agressiva.
O comando é A ou X + analógico, e alguns passageiros podem pedir especificamente essa manobra.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tecmundo.com.br — o conteúdo pertence a TecMundo.