Greve dos Correios continua e não tem previsão de encerramento; veja como ficam as entregas
Greve dos Correios continua e não tem previsão de encerramento; veja como ficam as entregas Jornal Nacional/ Reprodução A greve dos trabalhadores dos Correios continua nesta segunda-feira (14), por tempo indeterminado e sem previsão de encerramento, segundo a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT).
A paralisação começou na última sexta-feira (11), com adesão de sindicatos de todos os estados do país.
Segundo a Findect, a decisão "marca uma nova etapa da Campanha Salarial, após as negociações terminarem sem acordo". 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A paralisação foi aprovada em assembleias da categoria após a rejeição de uma proposta apresentada pela empresa.
Entre as reivindicações dos trabalhadores estão avanços nas negociações, preservação de direitos e garantias relacionadas ao plano de saúde de empregados, aposentados e dependentes.
Em nota enviada ao g1, os Correios informaram que acionaram o "Plano de Continuidade de Negócios" para manter os serviços em todo o país e reduzir eventuais impactos da paralisação.
Entre as medidas adotadas estão a mobilização de empregados administrativos para apoiar as atividades operacionais, o remanejamento de veículos e a realização de mutirões para preservar o fluxo logístico.
Segundo a estatal, a rede de agências permanece aberta ao público. (leia a íntegra ao final da reportagem) Agora no g1 Após o início da greve, os Correios ajuizaram dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
O julgamento está marcado para o dia 21 de setembro, às 13h30, na Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC).
Até que haja uma solução para o impasse, a FINDECT orienta os sindicatos filiados a manterem a greve e a continuidade das mobilizações.
A federação afirma que permanece aberta ao diálogo e defende a construção de uma proposta que possa ser submetida à avaliação dos trabalhadores.
Crise financeira Os Correios estão há 15 trimestres consecutivos no vermelho.
No primeiro semestre deste ano, a empresa registrou prejuízo de R$ 5,6 bilhões.
O prejuízo do segundo trimestre, no entanto, foi menor que o registrado nos dois trimestres anteriores: o primeiro trimestre de 2026 e o quarto trimestre de 2025.
O resultado indica um pequeno movimento de recuperação da saúde financeira da empresa, que teve prejuízo recorde no primeiro trimestre deste ano.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.