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Lula nunca baixou a cabeça para políticos ou banqueiros, diz Haddad

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Lula nunca baixou a cabeça para políticos ou banqueiros, diz Haddad

O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou neste domingo (16.ago.2026) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nunca “baixou a cabeça” para líderes políticos, banqueiros ou empresários.

A declaração foi feita durante o lançamento da campanha do presidente, na Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), local ligado à trajetória sindical e política do presidente.

Ao defender o presidente, Haddad afirmou que Lula sempre se colocou “ao lado do povo, como servidor do povo” e manteve a mesma postura diante de trabalhadores e empresários.

“Ele nunca baixou a cabeça pra nenhum líder político, pra nenhum banqueiro, pra nenhum empresário.

Sempre tratou todo mundo igual” , disse.

Haddad citou como exemplo a forma como Lula se relacionava com trabalhadores.

Afirmou que o presidente tratava “o faxineiro, a faxineira” da mesma forma que um bilionário ou empresário.

O evento reuniu militantes do PT para resgatar a trajetória de Lula e sua relação com o movimento sindical do ABC paulista, região onde iniciou sua atuação política.

O discurso também é uma tentativa de apresentar Lula, diante da militância, como um político que mantém a ligação com sua origem popular, mesmo depois de chegar à Presidência da República.

Assistia ao discurso de Haddad (7min9s): De volta às raízes O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu início à campanha neste domingo (16.ago.2026), em um ato no estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo (SP).

O local, conhecido anteriormente como estádio da Vila Euclides, ficou marcado por ser palco da militância de Lula no final dos anos 1970 e início dos anos 1980, enquanto sindicalista.

Foi berço da grande greve dos trabalhadores do ABC, em 1979, além de ter sido fundamental para o surgimento do movimento político e sindical que deu origem à CUT (Central Única dos Trabalhadores) e ao PT.

A 1ª assembleia das greves contou com a participação de mais de 60.000 trabalhadores.

O objetivo era obter um reajuste de 78,1%.

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