quinta-feira, 8 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Economia

Brasil possui 2 milhões de trabalhadores por aplicativo, diz IBGE

Mobile Time ·
Brasil possui 2 milhões de trabalhadores por aplicativo, diz IBGE

Em 2025, o Brasil possuía 2 milhões de trabalhadores por aplicativos – seja fazendo um trabalho secundário ou principal.

Desses, sua maioria, 1,2 milhão, usava apps de transporte de passageiros, o que representa 58,9% desse contingente.

Os dados são da PNAD Contínua , publicada nesta sexta-feira, 4, pelo IBGE .

No mesmo período, o Brasil tinha 102,4 milhões de pessoas ocupadas, ou seja, os trabalhadores por aplicativo representavam 1,9% do total de trabalhadores.

No período analisado, a população plataformizada era constituída principalmente por homens (84,4%), enquanto o percentual de mulheres estava em 15,6%.

E, em relação à idade, 47% tinham de 25 a 39 anos.

E, entre as motivações para fazer este trabalho, seja como motorista ou entregador, a maioria foi por não ter encontrado um outro ofício.

Entre as outras motivações estão flexibilidade e rendimento maior do que em outros trabalhos disponíveis.

Dos 2 milhões, 1,8 milhão utilizavam as plataformas digitais em seu trabalho principal, o equivalente a 2% dos 89,6 milhões de trabalhadores do setor privado, e 182 mil exerciam essa atividade no trabalho secundário.

O contingente de trabalhadores usando apps como ocupação principal cresceu 36,8% entre 2022 (1,3 milhão) e 2025 e 9,1%, em comparação com 2024 (1,7 milhão), de acordo com os percentuais divulgados pela PNAD Contínua.

E, entre os trabalhadores que usavam apps para trabalhar, ou seja, 2 milhões: – 1,2 milhão usava no transporte de passageiros, o equivalente a 58,9% do total.

Desses, 232 mil usavam aplicativos exclusivos para táxi, e 1,1 milhão trabalhava com apps de transporte de passageiros diferentes de táxi. – 376 mil eram entregadores. – 313 mil trabalhadores usavam apps de serviços gerais ou profissionais, representando 16% do total de pessoas que trabalhavam por meio de plataformas digitais de serviços.

Jornadas mais longas e previdência Já em comparação com o tempo médio de horas trabalhadas por semana, aqueles trabalhadores plataformizados trabalharam 44,7 horas por semana, 5,4 horas a mais, se comparado com os demais trabalhadores no setor privado (39,3 horas por semana).

E, por hora, os não plataformizados recebiam R$ 18,4/hora e os plataformizados, R$ 16,20, uma diferença de 12%.

Ler a notícia completa no Mobile Time ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.mobiletime.com.br — o conteúdo pertence a Mobile Time.

Mais de Mobile Time

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›