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Pesquisa da UFU cria relógio com sensor para monitorar doença de Parkinson em casa; iniciativa é a primeira do modelo no país

G1 ·
Pesquisa da UFU cria relógio com sensor para monitorar doença de Parkinson em casa; iniciativa é a primeira do modelo no país

Pesquisa da UFU cria relógio com sensor para monitorar doença de Parkinson em casa; inicai Pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) desenvolveram sensores em formato de relógio capazes de monitorar, em tempo real, sintomas de pessoas com doença de Parkinson fora do ambiente hospitalar.

Segundo a universidade, a pesquisa é a primeira no Brasil a usar esse tipo de equipamento para acompanhar pacientes fora de hospitais.

Batizada de “Parkinson no Lar”, a pesquisa foi desenvolvida pelo Núcleo de Inovação e Avaliação de Tecnologias em Saúde (NIATS) e busca entender como a doença afeta os pacientes durante as atividades de rotina. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo a pesquisadora e engenheira biomédica Ariana Moura Cabral, as consultas médicas, sozinhas, não permitem avaliar a doença em sua totalidade.

“Às vezes o paciente chega ao consultório e está bem naquele momento, mas isso não reflete necessariamente a realidade dela no dia a dia.

A ideia da pesquisa é trazer um olhar mais detalhado da doença”, explicou Moura.

Segundo a engenheira, ao acompanhar os pacientes de perto, os profissionais de saúde conseguem entender melhor a condição de cada um, identificar possíveis tratamentos e perceber impactos da doença na rotina que não são observados durante as consultas.

A tecnologia usa sensores acoplados ao relógio para identificar movimentos em três dimensões ao longo de várias horas do dia.

Os dados ficam armazenados no próprio equipamento e são analisados posteriormente pelos pesquisadores, o que permite avaliar a capacidade motora do paciente.

Com os dados coletados, a equipe consegue identificar padrões físicos da doença que afetam os pacientes, como tremores, lentidão nos movimentos, alterações na caminhada e nível de atividade física.

Relógio com sensor auxilia no acompanhamento da doença Núcleo de Inovação e Avaliação de Tecnologias em Saúde (NIATS)/UFU LEIA TAMBÉM: UFU projeta centro pioneiro de Formação em Educação Climática Projeto da UFU desenvolve soluções acessíveis com baixo custo para a AACD Entenda por que a UFU está em grupo de 5 universidades brasileiras que avançaram em ranking internacional Pesquisa é a primeira no Brasil De acordo com a equipe, o estudo é o primeiro modelo realizado no Brasil para estudar a doença de Parkinson à distância.

O projeto é coordenado pelo Núcleo de Inovação e Avaliação de Tecnologias em Saúde (NIATS) e conta com pesquisadores de outros estados, como Rio de Janeiro, Pernambuco e Goiás, além de uma parceria com a Espanha.

Atualmente, a pesquisa acompanha 14 voluntários.

Desses, 10 têm doença de Parkinson e quatro não têm a doença.

Entre os pacientes com Parkinson, parte faz tratamento pela rede pública de saúde e outra parte pela rede privada.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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