O ES precisa de voz no Senado
Plenário do Senado.
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado O Espírito Santo vive um momento de expansão.
Há novos projetos industriais, crescimento da atividade portuária, segmentos econômicos aptos a ampliar a participação em cadeias produtivas nacionais e internacionais.
De acordo com levantamento do Instituto Jones dos Santos Neves, a carteira de investimentos anunciados para o Estado até 2029 chega a R$ 137,6 bilhões.
Para que o crescimento se concretize é preciso que a infraestrutura acompanhe.
E isso passa por uma agenda já conhecida: a duplicação da BR-101, a modernização da BR-262, a expansão ferroviária, a implantação da EF-118, os acessos aos portos e a melhoria da infraestrutura logística.
Esses desafios vão determinar a capacidade do Espírito Santo de aproveitar plenamente a posição estratégica que tem.
É justamente por isso que a eleição para o Senado merece ser discutida também a partir dessa perspectiva.
Nesta semana, a Rede Vitória começa a entrevistar os candidatos ao Senado nas eleições de 2026.
É uma oportunidade para que eles sejam apresentados ao eleitor e assumam compromissos.
Afinal, senadores participam de decisões sobre orçamento, legislação, financiamentos, concessões e grandes projetos nacionais.
Saber como cada um deles pretende atuar para acelerar ações que dependem do governo federal é estratégico para o desenvolvimento econômico e social do Espírito Santo e do país.
Fundamental, portanto, que os representantes capixabas no Senado, independentemente de diferenças ideológicas, tenham capacidade de diálogo e articulação entre si, com o governo federal e com representantes de outros estados para construir convergências em torno de uma agenda comum de desenvolvimento para o Espírito Santo.
O Espírito Santo precisa de voz no Senado.
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