Defesa de Lulinha conversa com PF e MJ para reclamar de "vazamentos"
A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, conversou com o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, sobre os “vazamentos” de informações dos inquéritos envolvendo o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Supremo Tribunal Federal ( STF ).
O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que representa o empresário, disse estar preocupado com as informações da investigação que foram divulgadas pela imprensa.
O processo está sob sigilo.
“Se acontece algo assim com o filho do presidente, quem dirá o que pode ocorrer com outro cidadão qualquer?”, disse ao Metrópoles .
“Relatei que estou extremamente preocupado com os vazamentos e pedi informações sobre o andamento dos inquéritos instaurados para apurar os vazamentos”, acrescentou o advogado.
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O petista quer uma investigação sobre o vazamento de informações sigilosas da PF envolvendo mensagens trocadas entre seu filho e a empresária lobista Roberta Luchsinger.
O pedido foi aceito, e André André Mendonça determinou que a PF investigue suspeitas de novos vazamentos de dados no processo.
O Ministério da Justiça pediu à PF que informe a pasta do passo a passo da apuração.
Caso Lulinha Principal alvo — Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O que a PF investiga — Se ele teria usado sua proximidade com o governo federal para intermediar interesses de empresas junto a órgãos públicos.
A ação configura tráfico de influência.
Principal conexão — As investigações chegaram a Lulinha a partir do caso de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado pela PF como um dos operadores do esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas.
Cannabis medicinal — Uma das linhas de investigação apura se Lulinha, em parceria com a empresária Roberta Luchsinger, teria atuado para facilitar negócios na venda de medicamentos à base de canabidiol para o Ministério da Saúde sem licitação.
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