Centro de tortura da ditadura estava fechado há mais de 30 anos, mas pesquisadora de SC encontra vestígios compatíveis com sangue humano
Pesquisa da UFSC em Blumenau usa tecnologia desenvolvida por professora para analisar amostras de um dos principais locais de repressão durante o regime militar; DNA não pôde ser recuperado
Uma tecnologia desenvolvida por uma pesquisadora da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), em Blumenau, ajudou a identificar vestígios biológicos compatíveis com sangue humano em um dos principais centros de repressão, tortura e interrogatório do Brasil durante a ditadura no regime militar.
O trabalho científico busca transformar em evidências materiais parte das histórias e testemunhos relacionados ao local.
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