Reator nuclear: qual é o tipo mais comum e como funciona
Com o aumento da demanda por eletricidade associada à inteligência artificial generativa, a energia nuclear voltou a ganhar destaque como alternativa para suprir os altos gastos energéticos da tecnologia de maneira limpa e segura .
No centro desta estratégia está o reator nuclear PWR, um dos mais usados em todo o mundo.
Essencial para o funcionamento das usinas nucleares, o equipamento também é encontrado em centros de pesquisa e na propulsão naval, entre outras áreas.
Apesar das várias utilidades, ele gera medo devido a desastres nucleares como os de Chernobyl e Fukushima.
O que é um reator nuclear? Uma “grande caldeira usada para aquecer água e produzir enormes quantidades de eletricidade com baixa emissão de carbono” .
Assim, a Associação Nuclear Mundial define o que é um reator nuclear, que pode ter diferentes tamanhos e formatos, bem como uma ampla gama de combustíveis.
A instalação é projetada para controlar, de maneira segura e eficiente, a fissão nuclear , reação que libera energia na forma de calor.
Este, por sua vez, é utilizado na geração de energia elétrica, na propulsão de submarinos nucleares e porta-aviões, entre outras coisas.
Os reatores podem funcionar por meses e até anos sem interrupção , independente do clima ou estação do ano.
Outra vantagem é a operação a longo prazo, com a vida útil desses equipamentos chegando a 80 anos em determinados casos.
Construção de um reator de usina nuclear. (Imagem: Wengen Ling/Getty Images) Como acontece a fissão nuclear Para liberar energia, é realizada a divisão de átomos, lançando um nêutron contra um átomo pesado e instável como urânio ou plutônio, dividindo-o em dois menores .
Isso também gera nêutrons adicionais que atingem outros átomos e levam a mais divisões, iniciando uma reação em cadeia.
A partir daí, a fissão libera grandes quantidades de energia na forma de calor, removido do reator por meio de um fluido circulante, geralmente água.
Esse calor é utilizado para gerar vapor.
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