MPF investiga empresa Voare por queda de helicóptero que matou dois indígenas na Terra Yanomami
MPF abre inquérito sobre queda de helicóptero que matou dois indígenas O Ministério Público Federal (MPF) abriu nesta quarta-feira (9) uma investigação contra a empresa Voare Táxi Aéreo por suspeitas de irregularidades no acidente com um helicóptero que matou dois indígenas na Terra Indígena Yanomami, em Roraima.
A queda ocorreu em julho do ano passado, quando ocorria a remoção de pacientes na região de Surucucu.
Procurada pelo g1, a Voare disse que colabora com as investigações sobre o acidente e que forneceu documentos e informações solicitadas.
Também disse que a apuração das causas segue sob responsabilidade dos órgãos competentes e que, até o momento, não há conclusão sobre irregularidades ou responsabilidade da empresa.
Leia a íntegra da nota abaixo.
A aeronave fazia um voo de transporte de um paciente quando caiu e pegou fogo logo após a decolagem, no dia 7 de julho de 2025.
Morreram os indígenas Bitado Yanomami, de 78 anos, e Toraquitere Yanomami, de 80.
À época, um morador viu o acidente e andou por cerca de três horas em busca de ajuda. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Cinco pessoas estavam a bordo.
Bitado e Toraquitere eram irmãos.
Os outros três tripulantes, o piloto, um funcionário de apoio da Voare e um técnico em enfermagem conseguiram pular do helicóptero sem ferimentos graves.
No total, cinco pessoas estavam a bordo da aeronave e três sobreviveram.
Em terra, uma criança de 9 anos também ficou ferida.
Um do mortos era um idoso que seria transportado da comunidade Arathau para Boa Vista para atendimento médico e um outro indígena que o acompanhava.
O helicóptero prestava serviços ao Ministério da Saúde por meio da Voare.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Roraima.