J.P. Morgan corta projeções de lucro do Banco do Brasil para 26 e 27
O J.P.
Morgan reduziu suas projeções de lucro para o Banco do Brasil em 2026 e 2027, diante da deterioração das carteiras de crédito rural e de pessoas físicas.
A revisão reflete as dificuldades enfrentadas pela instituição para conter a inadimplência e recuperar sua rentabilidade.
O banco de investimento também cortou o preço-alvo das ações do Banco do Brasil de 25 para 22 reais, uma redução de 12%, com horizonte até dezembro de 2027.
A nova estimativa ficou praticamente alinhada à cotação de 22,04 reais registrada no fechamento de terça-feira, 15.
O relatório, assinado pelo analista Yuri Fernandes e sua equipe, aponta que o cenário permanece desafiador para as operações de crédito.
O aumento da inadimplência pode exigir maiores provisões para perdas, pressionando os resultados e comprometendo a recuperação dos lucros nos próximos exercícios.
Apesar da revisão das estimativas, o J.P.
Morgan manteve recomendação neutra para as ações do Banco do Brasil.
A redução das projeções para dois anos consecutivos indica que, na avaliação dos analistas, os efeitos da deterioração do crédito podem persistir ao longo de 2027.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.