Michael Jackson além do óbvio: 10 colaborações improváveis do Rei do Pop
Cantor, compositor, dançarino e performer multifacetado, Michael Jackson (1958-2009) deixou uma prolífica trajetória de colaborações com outros artistas que, por não terem sido amplamente divulgadas à época — algumas delas por escolha do próprio astro —, pouca gente conhece.
Neste 29 de agosto, data em que o “Rei do Pop” completaria 68 anos, a Fórum reúne alguns desses trabalhos que levaram Michael para além de seu próprio universo: hip-hop, hard rock, soul, R&B, teatro, animação, cinema e até participações quase ocultas, como backing vocal .
Minnie Riperton A participação de Michael em “I’m in Love Again” , de Minnie Riperton, é daquelas que passam despercebidas até mesmo para fãs.
A música foi gravada originalmente pela intérprete de “Lovin’ You” em 1978 e recebeu novos vocais em 1980, após a morte da cantora.
Michael entrou justamente nessa etapa, acrescentando vocais à faixa que acabou no álbum póstumo “ Love Lives Forever” .
É uma colaboração particularmente curiosa porque Jackson aparece não como estrela convidada, mas como um dos elementos escondidos da produção.
Por pouco, Djavan… Em 1986, o produtor Quincy Jones pediu a Djavan que compusesse uma melodia para Michael Jackson gravar no álbum Bad (1987) .
A música chegou tarde e acabou de fora.
Anos depois, incentivado pelos filhos, o artista brasileiro criou uma letra para essa melodia e lançou a canção “Pra Sempre” no álbum Improviso (2025).
Outro artista que quase colaborou com Michael para Thriller (1982) foi Ivan Lins, que compôs a música “Novo Tempo” e despertou a atenção de Quincy, admirador confesso da música brasileira.
Porém, segundo o próprio Ivan contou em entrevista a Pedro Bial, tomou coragem e recusou a proposta, que na época considerou desfavorável.
Já o percussionista Paulinho da Costa foi um parceiro efetivo de Michael nos álbuns Off the Wall (1979) e Thriller , e participou de músicas até mesmo do grupo The Jacksons.
Impossível ficar indiferente à cuíca tocada pelo brasileiro no meio de “ Wanna Be Startin’ Somethin ’”.
Eddie Murphy Michael e Eddie Murphy parecem uma dupla improvável até mesmo para os padrões da cultura pop dos anos 1990.
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