Ibovespa cai mais de 2% e perde os 170 mil com mais sinais de saída de estrangeiros
Apesar do viés de alta da maioria dos índices das bolsas em Nova York, o Ibovespa opera nas mínimas nesta terça-feira, 11, influenciado principalmente por ações de primeira linha – indicativo de nova saída de capital estrangeiro – só na semana passada, a saída foi de R$ 5,55 bilhões.
Além da cautela global, devido ao fechamento do Estreito de Ormuz, no Oriente Médio, por onde escoa cerca de 20% do petróleo mundial, há temores domésticos, sobretudo com o fiscal a poucos meses da eleição.
Após iniciar a sessão estável em 162.180,01 pontos, subiu 0,12%, na máxima aos 172.385,51 pontos, e, em seguida, passou a cair abaixo dos 170 mil pontos.
Às 12h23 (horário de Brasília), o Ibovespa caía 1,51%, a 169.583 pontos; às 14h15, a baixa era de 2,45%, a 167.975 pontos.
Investidores da B3 iniciaram o pregão desta terça-feira digerindo a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em dia de agenda esvaziada no exterior.
Após cortar a Selic em 0,25 ponto porcentual, para 14% ao ano, na semana passada, na ata, o Banco Central reafirmou que a magnitude do ciclo de juros será ajustada “à luz da evolução do cenário”.
Segundo o colegiado, choques de oferta têm influenciado a trajetória recente e a prospectiva da inflação.
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